Comecei a escrever o meu primeiro livro quando estava grávida. E que viagem transformadora tem sido. Percebi ao escrever os meus livros que:
- Devia refletir sobre algumas decisões que tomei: Colocar os meus pensamentos no papel e permitir-me entender e analisar as escolhas que fiz ao longo da minha vida, oferecendo uma perspetiva clara sobre o meu caminho.
- Era importante investir no meu autoconhecimento: Cada palavra escrita foi um passo em direção a um entendimento mais profundo de quem sou e do que realmente desejo para a minha vida.
- Era necessário aprender a amar-me: A escrita mostrou-me a importância de me valorizar e apreciar cada parte de mim, reconhecendo o meu próprio valor e beleza interior.
- Tinha que aprender a aceitar-me e perdoar-me: Ao colocar as minhas experiências em papel , pude enfrentar os meus erros e perdoar-me, aceitando que sou humana e que a imperfeição faz parte do crescimento. Escrever é uma forma poderosa de autocuidado, um caminho para o autoconhecimento e a cura.
De fácil leitura, nos meus livros vai poder encontrar um bocadinho de mim e da minha experiência neste despertar de consciência.
Que o meu caminho possa de alguma forma iluminar, dar a conhecer um novo rumo na sua vida ou, até mesmo que sirva de validação em como está no caminho certo.







“Como qualquer percurso de aprendizagem, entendo o curso de Medicina como uma sucessão de ensinamentos que me fizeram ser o que sou hoje, ainda com tanto caminho a percorrer. Em todas as vidas e profissões é necessário existir partilha. Como profissional de saúde considero essa partilha ainda mais relevante quer pela aquisição de experiências e conhecimentos, quer pelo alívio que proporciona desabafar com alguém que nos entenda, ou que, mesmo não entendendo, que realmente nos ouça”.
“É natural que, com todas as mudanças da vida, não sejamos sempre as mesmas pessoas, com os mesmos objetivos, com o mesmo sentido para a vida. a mudança faz parte da evolução. Mas até que ponto temos de ser resilientes e até que ponto temos de decidir mudar?”
“Estar fora da nossa zona de conforto permite ver o mundo com outros olhos e aumentar a nossa resiliência. Os desafios obrigam-nos a refletir sobre as nossas crenças e valores, o que poderá potenciar o autoconhecimento. A habilidade de resolução de problemas, superar situações difíceis, ajuda a desenvolver o pensamento estratégico que poderá ser útil, não só na vida pessoal, como também na nossa vida profissional.”
“É nos momentos em que somos desafiados que damos mais valor à empatia e compaixão. Por que não passar a aplicar estes conceitos mais vezes na nossa vida?”